como sobreviver submerso.

Domingo, 8 de Dezembro de 2013
Pobre, nem por isso; mal-agradecido, certamente
A excepção concedida aos políticos madeirenses, permitindo-lhes acumular salários e pensões, é inqualificável. Que Alberto João Jardim retribua prometendo um reforço da luta pela autonomia é não só típico da criatura como muito bem feito para quem lhe apara os golpes.


publicado por José António Abreu às 19:36
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Domingo, 9 de Outubro de 2011
Referencial

É um erro analisar os resultados eleitorais na Madeira à luz do conceito de eleições do século XXI. Ou até do século XX. Um melhor modelo será o do século XIX. Aquele que encontramos na "Morgadinha dos Canaviais", por exemplo.



publicado por José António Abreu às 21:37
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Terça-feira, 6 de Setembro de 2011
Incoerência é...

criticar a «inflexibilidade» alemã e simultaneamente defender inflexibilidade para com a Madeira.



publicado por José António Abreu às 12:49
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Terça-feira, 16 de Agosto de 2011
O Jardim socialista
Este texto de Teresa Ribeiro salientando a reacção temerosa do Ministro das Finanças às perguntas de Judite de Sousa sobre a situação da Madeira faz todo o sentido. Eu também me senti incomodado. A direita, e em especial o PSD, sempre recusou enfrentar Alberto João Jardim (excepto, até certo ponto, Cavaco, e por isso Jardim o detesta). A Madeira é o mais óbvio e escandaloso feudo existente no país. O epítome do caciquismo. Mas o poder de Jardim resulta de duas vertentes. Por um lado, temos os métodos autocráticos. O desprezo pelas opiniões adversas, a colocação de sequazes, as perseguições políticas. São inegáveis e deviam ser inaceitáveis. Quem os denuncia, da esquerda à direita, tem toda a razão em fazê-lo. Mas há outra parte da questão. As vitórias eleitorais de Alberto João Jardim resultam em grande medida do investimento público e da distribuição de benesses. Da forma como ele tem ignorado os constrangimentos da dívida pública para continuar a construir estradas e túneis. Da forma como tem usado os sistemas de subsídios públicos para fazer depender do seu governo milhares de madeirenses. Ora é neste ponto que eu não percebo a esquerda. Partido Comunista e Bloco garantem-nos que a austeridade não resulta; que é indispensável relegar défice e dívida para segundo plano e (vá-se lá saber com que dinheiro) continuar a apostar no investimento público e nas transferências sociais. Ou seja, fazer exactamente o que Jardim tem feito. Ainda que atacando estilo e métodos (mas são assim tão diferentes dos de Hugo Chávez, por exemplo?), PC e Bloco deviam antes elogiar a obra de Alberto João Jardim. Ele não faz mais do que aplicar as «soluções» que preconizam. Jardim devia ser um símbolo para a esquerda e não um embaraço para a direita.


publicado por José António Abreu às 12:51
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