Nutro por M. I. A. (Maya Arulpragasam, nascida em Londres, residente no Sri Lanka entre os seis meses e os dez anos de idade, pai activista Tamil), a mais pura relação de amor-ódio. O que é cinquenta por cento mais simpático do que ela sentiria por mim, se me conhecesse. Estranhamente (ou não), o álbum de M.I.A. que prefiro é aquele de que menos gente parece gostar: Maya, de 2010. Matangi, o mais recente, tem tudo o que seria de esperar: ritmos variados, exagero de auto-referências, letras simplistas. Mas também uma refrescante falta de consideração por opiniões alheias. Estando lá incluído, este tema surgiu há um par de anos, mais ou menos na época em que as dificuldades encontradas pelas mulheres sauditas para conduzirem veículos tiveram algum eco nos meios de comunicação. O vídeo é… não sei se há adjectivos adequados.
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