A saída de Mónica Ferraz podia ter sido mortal e, de certo modo, foi. É inevitável: procura-se a sua voz enquanto se ouve Pés Que Sonham Ser Cabeças. E acaba por ser tão complicado parecer encontrá-la como detectar as diferenças. Não que Rita Reis cante mal. Pelo contrário. E a pop inteligente dos Mesa não desapareceu. Mas talvez esteja um bocadinho demasiado igual a si mesma para que a troca de vocalista passe sem causar desconforto no ouvinte. Coisas lixadas, a expectativa e o hábito. Talvez no próximo álbum fique mais fácil.
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