Pensei primeiro num clube. Uma espécie de clube do Bolinha com o lema “direitista não entra” em vez de “menina não entra”. Um clube para socratistas convictos. Depois percebi que, mesmo sendo “simplex”, não é assim tão simples. Que essa seria uma visão superficial. Há um receio de orfandade na coisa. Quatro anos e meio sob o jugo mais ou menos autocrático, mais ou menos visionário, quase sempre simplista (cá anda o termo outra vez) e sempre, sempre estridente do mais-ou-menos licenciado em engenharia José Sócrates deixam sequelas. Alguns combatem, rejeitando a incultura, a arrogância, a manipulação do senhor (por enquanto, ainda com minúscula) e dos seus acólitos, dispersos por Estado e arredores. Outros apaixonam-se e, como sucede em todas as paixões, tudo o resto empalidece. O mundo começa e acaba no amado porque só ele é perfeito e infalível. Se calhar também podia ter dado a este post o título “o harém de Sócrates”. Mas não quero ser indelicado. Respeito (e até admiro) alguns dos presentes e há ausências que o impedem.
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