Adendas
1. Que os banqueiros não percebiam os riscos para os seus próprios bancos de negociar em produtos derivados é um facto há muito estabelecido.
2. A primeira obrigação de um funcionário de qualquer empresa é seguir as indicações do seu empregador, desde que estas não impliquem violação da lei.
3. Interessa-me acima de tudo a acção dos governantes. Consideraria motivo de escândalo que os governantes de então tivessem comprado o produto que o actual secretário de Estado vendia. Não compraram. É menos uma coisa a acrescentar à longuíssima lista de erros que cometeram.
4. Para ministros e secretários de Estado das finanças é quase inevitável ir buscar pessoal que trabalhou em bancos.
5. O secretário de Estado não poderá alegar não perceber do assunto.
6. Como sempre, o ponto fundamental é o nível (intensidade e qualidade) do escrutínio existente sobre os governantes. Reconheço que em Portugal ainda é fraco e alvo de enormes distorções. Muito fica por detectar, barbaridades passam por entre encolheres de ombros e factos menores geram histeria.
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