Nuno Cardoso aproveita condenação a três anos de prisão (com pena suspensa) por favor ao Boavista em 2001 para anunciar o regresso à política. É para aí a centésima quadragésima oitava vez que o faz. Das duas, uma: ou sente-se compelido a fazer nova tentativa sempre que lhe colocam um microfone à frente, na esperança vã de uma vaga de fundo dos descontentes com Rui Rio, ou considera que agora tem mesmo mais hipóteses de regressar à ribalta da política, com uma condenação a melhorar-lhe o currículo.
(Já agora, ele diz ir recorrer da sentença mas admite que pode ter escrito e assinado o despacho em causa. Parece que bastava porem-lhe um papel à frente, ditarem-lhe um texto e pedirem-lhe para assinar que ele o fazia sem hesitações. Tem lógica: um presidente da Câmara não pode perder tempo a procurar que as palavras façam sentido na sua cabeça antes de passar à acção, como facilmente se constata assistindo a algumas conferências de imprensa de colegas de Nuno Cardoso ainda no activo ou a ele próprio anunciando, impante, o regresso à política.)
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