3 comentários:
De redonda a 3 de Outubro de 2011 às 15:44
Espero que dure, muito, porque gostei deste conto.


De José António Abreu a 3 de Outubro de 2011 às 17:49
Obrigado, redonda. Se tudo correr bem, há-de durar pelo menos uns meses. Mas a ritmo comedido.


De Sílvia a 11 de Outubro de 2011 às 14:51

José António tenho andado mesmo afastada... O título parece-me genial: a dupla perfeita. Há incontornavelmente um pouco (ou muito) de morte no amor apaixonado, louco, abrangente, invasivo, e mesmo no mais silencioso, sempre a reinventar-se e a renascer, até morrer mesmo, ou não.
Gostei. Que dure o tempo que o tempo lhe reservar jaa :)


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