5 comentários:
De Sun Iou Miou a 9 de Maio de 2011 às 07:11
E talvez já nem tabaco se venda... :)


De José António Abreu a 9 de Maio de 2011 às 08:52
É possível. Como é possível que ainda se venda, e que agora esteja lá outra pessoa e outro cão, filho deste (ou desta, que não faço ideia do sexo da criatura). Uma das belezas da fotografia é, a partir de um instante e da sensação que ele nos provoca, podermos construir todas as histórias que quisermos. Mas é verdade que nas fotos mais antigas tendemos a ver uma realidade desaparecida, não é?


De Sun Iou Miou a 9 de Maio de 2011 às 13:14
É verdade, Jaa. Construir um relato a partir duma fotografia não é novo, mas é sempre um exercício interessante. O sorriso nervoso da moça, as suas mãos..., o olhar fixo do cão à câmara. Tentador. É uma fotografia muito sugestiva.


De redonda a 10 de Maio de 2011 às 01:16
Interessante. Num dos últimos ateliés de escrita a que fui, estivemos precisamente a fazer isso (mas a fotografia era diferente).

 


De José António Abreu a 10 de Maio de 2011 às 08:49
Claro. Esta é minha.
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Já agora, era a cores ou a preto e branco? De forma geral (digo eu), as fotos a preto e branco remetem mais para o passado (ainda que tenham sido tiradas na actualidade) e suscitam mais histórias.


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