Em 2009 muitos optaram pela ilusão, devidamente alimentada por Sócrates. Desta feita, ainda que usando a desculpa do chumbo do PEC 4, da escolha irreflectida de um trapalhão sem ideologia definida para as listas de deputados (por oposição a ladrões de gravadores, governantes que aproveitaram o fim das SCUT para ajudar amigos ou ex-concorrentes do Big Brother), do «caso BCP», das farófias de Passos Coelho ou da cor dos boxers de Paulo Portas (lá chegaremos, lá chegaremos), a verdadeira razão que leva muita gente (militância e clientela exceptuadas, bem entendido) a planear votar no Partido Socialista é o medo da mudança, devidamente alimentado por Sócrates. Em ano e meio passámos da ilusão ao medo. Mas pelo menos num ponto somos consistentes: escolhemos sempre óptimas motivações.
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