como sobreviver submerso.
Um dos aspectos mais incomodativos para quem pretende escrever algo sobre o estado do país é (perdoe-se-me a aliteração) a volatilidade da verdade. A verdade acerca do valor do défice, que afinal (e até ver)
foi de 9,1% no ano passado (em vez de 8,6%, que por seu turno já era em vez de 6,8%), como de tantas outras coisas mais ou menos irrelevantes (taxa de desemprego, previsões de crescimento económico, etc). Não seria talvez altura de, para além de correr com Sócrates, mudar a designação às «entidades competentes»?