Independentemente dos resultados comerciais (desconheço se já existe um balanço dos primeiros dias), o regresso (ou, para mim como para muitos outros com menos de 50 anos, a passagem) da Feira do Livro do Porto para a Avenida da Liberdade é positiva. Evita-se aquela horrível tenda, quente e cheirando intensamente a formaldeído (das bancas em aglomerado de madeira), que era anualmente anexada ao pavilhão Rosa Mota e ganha-se em cenário, arejamento e espaço de movimentação. Inconvenientes? O ruído do trânsito, a possibilidade de chuva (o Porto não é propriamente famoso pelo tempo sempre solarengo), e o facto de, apenas após alguns dias, os livros expostos terem já uma camada de pó que não costumava existir no Palácio de Cristal.
Como nota acessória, o jornal i noticiava há dias que a polícia municipal se entreteve a multar os expositores por causa de veículos parados na avenida aquando da descarga de livros para a feira. Será que estes tipos se passam? Com tantos locais na cidade em que o estacionamento selvagem impera e prejudica diariamente imensa gente, vão implicar com os veículos das editoras numa zona onde não há grandes alternativas e a ocupação da faixa mais à esquerda nem sequer prejudica significativamente (pelo menos fora de horas de ponta) o fluxo de trânsito?
pessoais
Amor e Morte em Pequenas Doses
blogues
O MacGuffin (Contra a Corrente)
blogues sobre livros
blogues sobre fotografia
blogues sobre música
blogues de repórteres
leituras
cinema
fotografia
música
jogos de vídeo
automóveis
desporto
gadgets