
Quantas histórias diferentes terá ele para introduzir o assobio de Superstars II? (E por que diabo a maioria dos espectadores ainda acredita nele quando começa a contá-las? Ou serei só eu?)
O que o atrairá tanto nos telefones tradicionais, a ponto de invariavelmente, e pelo menos durante uns segundos, cantar para um? (Tenho uma teoria mas fica para depois de dormir mais um pouco.)
O que se passa com Cyndi Lauper? (Na calma noite de Quinta-Feira, vi Uma Noite Atribulada no cinema. Em conversa dentro de um Audi R8, Steve Carell confessou a Tina Fey, sua mulher no filme, ter fantasias sexuais com Cyndi Lauper. Vinte e quatro horas depois, David Fonseca cantava em palco dois – dois! – temas de Lauper.)
No que pensavam os dois polícias com bigode que assistiam de cara fechada, de uma das entradas nas tribunas, ao último e ruidoso encore? (Pensando melhor, talvez só um tivesse bigode, mas um bigode suficiente para, na minha cabeça, eu o ter dividido por ambos.)
E acho que agora vou voltar para a cama.
(As fotos são de 2008. Ontem nem levei máquina.)
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