como sobreviver submerso.
Terça-feira, 5 de Maio de 2009
Maria João Bastos e as dificuldades de concentração.
Apesar de achar a série bastante fraquinha (admito que a minha opinião possa estar deturpada pelo que vi dos primeiros episódios e que as coisas até tenham melhorado), de vez em quando dou por mim a assistir a alguns minutos de Equador. Normalmente entro em estado comatoso durante o primeiro travelling interminável por entre palmeiras à beira-mar. Este domingo apanhei a parte inicial. Apareceu a habitual cena à beira-mar. Receei adormecer de imediato mas constatei que, desta feita, havia motivos de interesse para além das palmeiras. Tentei focar a minha atenção nas maminhas da Maria João Bastos mas enfrentei dificuldades inesperadas. Por muito agradáveis que sejam (e pareceram-me – aleluia! – naturais), não é fácil uma pessoa concentrar-se num par de mamas com dois olhos como aqueles apenas um pouco mais acima.


publicado por José António Abreu às 08:10
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2 comentários:
De umapaletadecores a 8 de Maio de 2009 às 10:31
Estava a ver se me continha mas, não consigo!
Sigo com assiduidade o "Equador" porque tive muita curiosidade em comparar com a obra escrita que muito gostei de ler.
Quando soube da escolha da Maria João para desempenhar o papel de Ann fiquei logo "lixado". A Maria João é muito bonita, desempenha muito bem mas, deixa a desejar numa característica fundamental. - As mamas!
Pois é, caso tenham lido o livro, constatam logo que a personagem Ann era "Senhora" de um bom (generoso em tamanho!) par de mamocas. Não quero dizer que as maminhas da Maria joão são mediocres (nada disso, senhores!) mas,... são maminhas pá! Sinto-me enganado. O produto que promoveram no livro é muito melhor e nem sequer o vi, tal é o indice de confiança que eu tenho na descrição da cena da praia por Miguel Sousa Tavares (no livro).
Por mim fazia já uma revolução ao estilo do 25 de Abril de 1974, defendendo uma maior participação de copas "C" e "D".
Um bem haja a todas as amigas-de-peito (peitão).


De José António Abreu a 8 de Maio de 2009 às 18:50
Por que é que havia de se conter? Não é para ventilar o que nos vai na alma que temos blogues?...
Obrigado por passar por cá.


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