como sobreviver submerso.
Sábado, 22 de Abril de 2017
Mélenchon ou o populismo que não costuma receber tal designação

Simpatia para com Putin. Desejo de aderir à Aliança Bolivariana, onde pontificam regimes como o de Cuba e o da Venezuela. Abandonar a NATO. Alterar os tratados que regem o euro. Estabelecer um «novo papel» para o BCE. «Libertar» as finanças públicas das «garras» dos mercados financeiros. Criar um «Fundo Europeu de Desenvolvimento Social» para a «expansão dos serviços públicos, do emprego e das qualificações». Aumentar o salário mínimo em 15% (para os 1700 euros). Fixar o tempo de trabalho nas 35 horas semanais e limitar as horas extraordinárias («sob controlo de representantes dos trabalhadores»). Instaurar tectos salariais. Aumentar o poder dos trabalhadores nas empresas e dos cidadãos nas instituições bancárias. Fixar a idade da reforma nos 60 anos, com pagamento integral das pensões. Integrar 800 mil precários na Função Pública. Implementar um plano contra a «especulação imobiliária». Congelar as rendas. Construir 200 mil habitações sociais. Criar um «estatuto social» para os jovens, remunerando-os em situações como a procura do primeiro emprego. Nacionalizar empresas, com enfoque nas do sector sector energético (e.g., Total). Criar «pólos» públicos de produção em vários sectores (energia, banca, medicamentos, ...).

E por aí fora.


publicado por José António Abreu às 23:12
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4 comentários:
De Anónimo a 24 de Abril de 2017 às 17:51
Exceptuando as primeiras três, o que lhe parece errado? Garantir que as pessoas trabalham o número de horas que são pagas? Melhorar a forma como instituições (e.g. BCE) governam? Garantir que as pessoas conseguem habitar nas cidades (coisa que começa a ser difícil em Lisboa, com preços de casas para comprar/alugar que dobram o ordenado mínimo)? Francamente, não percebo.


De José António Abreu a 24 de Abril de 2017 às 20:57
"Exceptuando as primeiras três, o que lhe parece errado?"

São tão exequíveis como eu ir a Marte antes do final do ano.


De Anónimo a 24 de Abril de 2017 às 23:01
Repare que com o desenvolvimento tecnológico, essa afirmação será cada vez menos irónica. Portanto: há que, pelo menos, idealizar; a implementação realiza-se paulatinamente.


De José António Abreu a 24 de Abril de 2017 às 23:33
Não, continuará a ser altamente improvável que eu vá a Marte antes do fim do ano.

As ideias de Mélenchon são velhas e dão os resultados que se constatam na Venezuela.


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