como sobreviver submerso.
Quarta-feira, 20 de Setembro de 2017
Música recente (132)

 

Myrkur, álbum Mareridt.

 

A dinamarquesa Amalie Bruun mistura ruído extremo com sonoridades que remetem para as paisagens e lendas nórdicas. Aqui e ali faz pensar numa versão black metal de Björk («Myrkur» até é um termo islandês que significa «escuridão»), mas globalmente encontrar-se-á mais próxima de gente como Chelsea Wolfe, que colaborou em dois temas (entre os quais este).


publicado por José António Abreu às 12:22
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Domingo, 17 de Setembro de 2017
Imagens recolhidas pelas ruas: 275

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Porto, 2017.



publicado por José António Abreu às 23:25
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Sexta-feira, 15 de Setembro de 2017
Música recente (131)

 

Alvvays, álbum Antisocialites.

 

É mais difícil fazer boa pop do que muitos crêem. Em 2014, os canadianos Alvvays acrescentaram uma pitada de distorção ao som típico da Califórnia. Agora apuram a receita.



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Terça-feira, 12 de Setembro de 2017
Música recente (130)

 

The National, álbum Sleep Well Beast.

 

Desde Boxer, os The National têm executado variações sobre um estilo que talvez pudesse apelidar-se de crooner-depressivo. O novo álbum não traz mudanças substanciais, mas inclui algumas mudanças de ritmo que, se não consubstanciam um regresso aos tempos de Alligator, sacodem um pouco a letargia (viciante) dos últimos anos.



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Domingo, 10 de Setembro de 2017
Cães e gatos pela cidade: 35

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Porto, 2009. 



publicado por José António Abreu às 19:53
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Sexta-feira, 8 de Setembro de 2017
Música recente (129)

 

Matt Pond PA, álbum Still Summer.

 

With leaves on the floor, tell me there's more time left, canta-se em A Spark. Matt Pond sempre gostou de usar as estações do ano não apenas como suporte óbvio para a melancolia gerada pela passagem do tempo mas também como símbolos de diferentes estados de alma. A Primavera é o tema central do EP Spring Fools, de 2011, enquanto o Inverno mereceu destaque no EP Winter Songs, de 2005, e no álbum Winter Lives, do final do ano passado. O Verão já antes fora mencionado (por exemplo, no tema Summer is Coming, incluído no álbum The Nature of Maps, de 2001), mas agora é o tema central. Ou se calhar não tanto assim. Afinal, trata-se de um Verão a acabar. A música explora aquela sensação agridoce que encaixa perfeitamente no início de Setembro. Aquela luta entre o desejo de aproveitar o Sol que resta e a tristeza já instalada. Sim, ainda é Verão, mas está por dias.

 



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Terça-feira, 5 de Setembro de 2017
Música recente (128)

 

Queens Of The Stone Age, álbum Villains.

 

Também aqui, as opiniões extremam-se. Quem detesta atira os adjectivos «dançável» e «acessível» em jeito de insulto. Quem gosta celebra o facto de o álbum ser diferente dos anteriores. Estou no segundo campo. Convenhamos três coisas: o hard rock tradicional está um nadinha gasto; Josh Homme é um tipo corpulento mas, no timbre de voz e na pose, sempre foi possível detectar sensibilidades pouco habituais - mas bem-vindas - no género; a capacidade de reinvenção por parte de gente com carreiras longas e plenas de sucesso é rara mas deliciosa. Villains pode até não ser o álbum mais perfeito dos QOTSA (considerando a existência de Rated R e Songs For the Deaf, só o tempo o dirá), mas é pelo menos o mais variado, arriscado e inovador.

 

 



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Domingo, 3 de Setembro de 2017
Imagens recolhidas pelas ruas: 274

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Porto, 2017.



publicado por José António Abreu às 20:06
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Sexta-feira, 1 de Setembro de 2017
Música recente (127)

 

Ani DiFranco, álbum Binary.

 

DiFranco tem um longo historial de independência e opiniões fortes. Binary é mais suave e menos experimentalista do que alguns dos seus álbuns anteriores, mas permanece exigente e iconoclasta. Como em trabalhos de outros autores saídos recentemente, nota-se uma preocupação com a desintegração do conceito de comunidade.



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Terça-feira, 29 de Agosto de 2017
Música recente (126)

 

Grizzly Bear, álbum Painted Ruins.

 

Um álbum delicado, em torno de vulnerabilidades e desencanto, que sofre ligeiramente por acrescentar pouco aos trabalhos anteriores dos Grizzly Bear.



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Domingo, 27 de Agosto de 2017
Imagens recolhidas pelas ruas: 273

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Dresden, 2012.



publicado por José António Abreu às 20:01
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Sexta-feira, 25 de Agosto de 2017
Música recente (125)

 

Cloakroom, álbum Time Well.

 

A desilusão e a cólera dos norte-americanos do Midwest têm sido alvo de análises, incompreensões e ataques variados. Sem as mencionar explicitamente, o segundo álbum deste trio de Michigan City, Indiana, parece querer ajudar a explicá-las, montando paisagens sonoras onde os momentos de beleza exsudam angústia e raiva, onde a paz (há momentos em que quase se vêem as nuvens a percorrer o céu) se mistura com o medo e onde a nostalgia é - como sempre - uma prisão e um conforto.

 



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Terça-feira, 22 de Agosto de 2017
Música recente (124)

 

Tow'rs, álbum Grey Fidelity.

 

Um excelente balanço entre pop e folk, vindo de Flagstaff, no Arizona.



publicado por José António Abreu às 14:08
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Domingo, 20 de Agosto de 2017
Imagens recolhidas pelas ruas: 272

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Cascais, 2017. 



publicado por José António Abreu às 20:55
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Sexta-feira, 18 de Agosto de 2017
Música recente (123)

 

Dale Crover, álbum The Fickle Finger of Fate.

 

O baterista dos Melvins apresenta um conjunto de 20 temas - muitos dos quais apenas esboços sonoros com menos de 60 segundos - em que a faceta heavy se deixa contagiar por uma sensibilidade pop - e também por pura extravagância. Honestamente, tão depressa parece genial como absurdo. Mas - ei - ainda estamos na silly season, não é verdade?



publicado por José António Abreu às 12:22
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Terça-feira, 15 de Agosto de 2017
Música recente (122)

 

Joywave, álbum Content.

 

Ao segundo álbum, os nova-iorquinos continuam a fazer pop/rock à base de sintetizadores, mas reforçam a componente ambiental, mantendo quase sempre uma contenção admirável. E depois há a ironia do vídeo abaixo.

 

 



publicado por José António Abreu às 12:22
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Domingo, 13 de Agosto de 2017
Paisagens bucólicas: 94

Blogue_Pilatos2010.jpg

 

Monte Pilatos, Suíça, 2010. (Para contrabalançar o calor.)



publicado por José António Abreu às 19:19
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Sexta-feira, 11 de Agosto de 2017
Música recente (121)

 

Randy Newman, álbum Dark Matter.

 

Aos setenta e três anos de idade, quarenta e nove após lançar o primeiro álbum, Newman - ultimamente mais dedicado a bandas sonoras para a Pixar e similares - relata encontros póstumos entre Sonny Boy Williamson e Aleck Miller (AKA Sonny Boy Williamson II), organiza debates entre ciência e fé, imagina os Kennedy a planear a invasão da Baía dos Porcos, pondera a razão por que foi escolhido pela mais bela mulher que alguma vez encontrou e delicia-se a satirizar Vladimir Putin.
 

 



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Quarta-feira, 9 de Agosto de 2017
Diário semifictício de insignificâncias (30)

Pombos (2).jpg

 

Na A1, entre as portagens de Grijó e a saída de Santa Maria da Feira, dois pombos atravessam-se-me à frente do carro. Quase não travo (julgo também não ser boa ideia travar a fundo em auto-estrada). Ocorrem dois impactos mas não percebo bem em que zona (admito que possa ter fechado os olhos durante uma fracção de segundo). Instintivamente, olho para o retrovisor, à espera de ver os pombos rodopiar no ar. Nada. O carro que vinha umas dezenas de metros atrás de mim continua lá, quiçá um pouco mais distante (o condutor terá travado mais do que eu). Na parte superior do pára-brisas há uma mancha, mas nenhum dano visível. Prossigo. Depois de sair da auto-estrada paro e vou analisar os estragos. Na parte da frente do capot há sangue, no emblema vestígios de penas. O rebordo do capot tem um vinco (merda). Já o pára-brisas encontra-se intacto e o tejadilho, acima dele, parece também apenas sujo. Pergunto-me se terei atingido ambos os pombos (pelo menos evitar-se-ia a tristeza de um ter que viver sem o outro) ou se as marcas na zona superior do carro decorrerão de um segundo impacto com o mesmo.

Olho para o carro imundo e não consigo evitar pensar em todas as outras vezes que pombos o sujaram. Pelo menos desta vez não se ficaram a rir. Ainda assim, não fossem elas maiores e mais pesadas - logo, capazes de provocar mais estragos -, teria preferido acertar em gaivotas, minhas inimigas figadais.

Nunca atropelara pombos. Insectos, mato milhares todos os anos com impunidade total (nem o PAN parece ligar). Há quase vinte anos matei um cão que, numa estrada secundária, saiu a correr de um pinhal (era um rafeiro com ar simpático e na altura fiquei com um nó no estômago, mas quando vi a conta da reparação roguei-lhe meia dúzia de pragas). Pombos, nunca acontecera. Suponho que, nestes tempos politicamente correctos, será inadequado pintar dois risquinhos verticais na lateral do carro, junto ao retrovisor. (Nunca o faria.)

 

Pombos_contagem (2).jpg

 

Ainda não lavei as manchas. Desagrada-me ver lá o sangue, mas parece-me ter uma faceta positiva. Nas ruas da cidade, ao verem-me chegar, os peões ficam muito mais cuidadosos.



publicado por José António Abreu às 21:07
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Terça-feira, 8 de Agosto de 2017
Música recente (120)

 

Nine Inch Nails, EPs Not The Actual Events e Add Violence.

 

Há temas dos Nine Inch Nails que me são perigosos. Mr. Self Destruct, abertura do seminal The Downward Spiral, invade as convoluções do meu cérebro como uma droga extraída do pólen de uma planta carnívora. Sob a sua influência, receio mutilar-me com todo o prazer ou - alerta aos guardiães do politicamente correcto - começar a destruir propriedade pública. The Perfect Drug, da banda sonora de The Lost Highway, levou-me a fazer algo que raramente faço: comprar uma banda sonora (há por lá outras coisas boas). Aos longos dos anos, a raiva depressiva de Trent Reznor apresentou flutuações. Nestes dois EPs (um lançado há meses, o outro há um par de semanas), surge razoavelmente intensa - e variada: os dez temas (cinco por EP) incluem momentos de tensão reprimida e momentos de catarse. No que me diz respeito, é capaz de ser boa ideia ir ao YouTube assistir a vídeos de gatinhos.
 



publicado por José António Abreu às 12:22
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Domingo, 6 de Agosto de 2017
Com o Douro por cenário: 84

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Porto, 2017.



publicado por José António Abreu às 20:07
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Sexta-feira, 4 de Agosto de 2017
Música recente (119)

 

Manchester Orchestra, álbum A Black Mile to the Surface.

 

Num registo mais intimista do que em trabalhos passados (ainda que por vezes as guitarras subam de tom), cheio de temas complexos e bem escritos (ainda que por vezes não inteiramente originais), A Black Mile to the Surface prova que os Manchester Orchestra, nascidos há 13 anos, mereciam uma audiência maior.

 



publicado por José António Abreu às 12:22
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Quarta-feira, 2 de Agosto de 2017
Música recente (118)

 

Arcade Fire, álbum Everything Now.

 

Ora bem. Humm... Há excelentes momentos em Everything Now. A sério. Momentos, no plural. Ainda assim... Em 2005, por alturas de Funeral, os Arcade Fire misturavam sons de forma simultaneamente exuberante e melancólica, mantendo, por entre referências ao passado, vontade de experimentar coisas novas. Já se notava pose, mas ficava submersa no caleidoscópio que a música - e a presença em palco - assegurava. Em 2017, as coisas estão um tudo-nadinha diferentes. A pose aumentou e a sonoridade fechou-se. Aqui e ali, Everything Now parece uma colaboração - bem feitinha e empenhada, sem dúvida - entre os Abba e os Bee Gees, destinada a concorrer ao Festival da Eurovisão (na versão pop-disco dos anos 70, não na versão indie-emo-nerd que tanta alegria deu aos portugueses em 2017). Se não acreditam, verifiquem o tema que dá título ao álbum (nem arranjei coragem para inserir aqui o vídeo). Ora os Abba e os Bee Gees, excelentes como eram a debitar melodias orelhudas, não estão no Top 10 das minhas bandas favoritas. Nem no Top 20. Nem no Top 100. Pelo que... Mas Everything Now tem coisas boas. Mesmo. Só não é - como Will e Régine pareciam pretender - uma crítica aos tempos actuais, de emoções formatadas e reacções instantâneas. Nem sequer uma crítica irónica. Na sua (involuntária) superficialidade, acaba a parecer celebrá-los.

 



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Domingo, 30 de Julho de 2017
Imagens recolhidas pelas ruas: 271

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Porto, 2017. 



publicado por José António Abreu às 22:38
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Sexta-feira, 28 de Julho de 2017
Música recente (117)

 

Japanese Breakfast, álbum Soft Sounds from Another Planet.

 

Em 2013, Michelle Zauner, vocalista da banda Little Big League, regressou a casa, no Oregon, para tratar da mãe, doente com cancro. O projecto Japanese Breakfast nasceu dos temas então compostos, mas Psychopomp, o primeiro álbum, foi apenas lançado em 2016, já após a morte da mãe. O álbum tinha uma sonoridade lo-fi e misturava ritmos e emoções, fugindo - assumidamente - a sentimentalismos excessivos. Soft Sounds from Another Planet é a evolução lógica: menos lo-fi, mais trabalho de estúdio; menos ligações a um acontecimento específico, mais projecto em fase de amadurecimento.


publicado por José António Abreu às 12:22
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Terça-feira, 25 de Julho de 2017
Música recente (116)

 

Terry, álbum Remember Terry.

 

O segundo álbum do quarteto australiano apresenta mais uma mistura de pop, indie e psicadelismo, em modo low-fi. São canções que poderiam ser cantadas à volta de uma fogueira no meio de lugar nenhum - se à volta de uma fogueira no meio de lugar nenhum fosse fácil arranjar electricidade.

 

(Não, não percebo o vídeo. Juro que, pelo menos da minha parte, não é publicidade encapotada.)



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Domingo, 23 de Julho de 2017
Paisagens bucólicas: 93

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Ponte Velha do Marnel, Lamas do Vouga, 2017 (hoje).


publicado por José António Abreu às 21:53
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Sexta-feira, 21 de Julho de 2017
Música recente (115)

 

Haim, álbum Something to Tell You.

 

Há inteligência e bom gosto na música das Haim, mas confesso um problema com a maioria dos temas: gosto imenso deles durante o primeiro minuto, um pouco menos no decorrer do segundo, tenho fortes dúvidas no terceiro e já não os suporto ao quarto. A tendência das manas para repetirem refrões ad nauseum, em ritmo e/ou oitava ligeiramente diferente, terá algo a ver com o assunto. Ou então o defeito é meu.



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Terça-feira, 18 de Julho de 2017
Música recente (114)

 

Waxahatchee, álbum Out in the Storm.

 

A norte-americana Katie Crutchfield (Waxahatchee é o nome de um rio de 35 km no Alabama) puxa a indie para o lado do rock e assina o seu trabalho mais expansivo.



publicado por José António Abreu às 12:22
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Domingo, 16 de Julho de 2017
Imagens recolhidas pelas ruas: 270

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Aveiro, 2016.



publicado por José António Abreu às 22:14
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